| Relato:
Taiaçupeba fica a cerca de 30 Km da
oficina do Leori em Ribeirão Pires.
Tendo programado um pedal leve, de lá até Sertão dos Freires para o
dia 16 de janeiro, nossa
intenção era pedalar até essa cidade para fazer um ensaio e tirar
algumas dúvidas.
O pedal acabou sendo melhor do que esperávamos.
Partimos da oficina do Leori, passamos por trás do Bar do Índio,
descansamos um pouquinho no bar
Couro de Gato em Quatinga, para reagruparmos e seguimos para
Taiaçupeba. Na pracinha da Igreja,
zeramos os odômetros, pois queriamos medir a quilometragem direitinho
e continuamos para o Sertão
dos Freires. Enquanto o pessoal esticava lá na frente, o Sérgio
descubriu um singlezinho em
descida muito legal. Passamos por uma bifurcação da estrada que nunca
exploramos e descolamos com
um morador local, informações muito importantes.
Chegando em Sertão dos Freires, ficamos conhecendo o Sr. Guilherme,
responsavel pela administração
do parque, que nos recebeu muito bem, explicando todo o funcionamento
da reserva. Tivemos a
oportunidade de pedalar até a sede, que fica bem para dentro do
partque, onde existe uma sala de
conferencia, uma maquete (não, não foi a Silmara que fez, hehe) mapas,
cartazes e paineis bem
ilustrativos. Tudo muito limpo e caprichado com muito bom gosto.
Ficamos sabendo também que dalí em diante, existe à disposição do
visitante, uma trilha com cerca
de 32 Km de extenção. Já estávamos loucos para mergulhar no circuito,
mas esse tipo de visita
precisa ser agendado com antecedencia.
Contendo a ansiedade, definimos que durante os próximos dias,
providenciariamos os detalhes para
podermos desfrutar desse paraíso já no domingo seguinte.
Devemos ir de busão, direto, até dentro do parque. De lá, de posse das
informações passadas pelo
Guilherme, poderemos bolar um circuitozinho com uma quilometragem
legal, montar nas magrelas e
aproveitar a natureza. Mal podemos esperar.
Bem, com todas informações colhidas e guardadas, abastecemos as
caramanholas e tratamos de riscar
nosso caminho de volta.
Quando estávamos chegando em Quatinga, desabou um baita toró, que
lavou a alma e a égua, isto é, a
bike, hehe. Para completar o refrigério, paramos na sorveteria da
Loira e traçamos mais uns
picolés. Apesar de tudo isso, o calor persistiu bem abafado, até
fazermos um pitstop no bar do
Índio e enxugarmos umas Tubainas bem geladas.
Com tanta paradinha para refrescar, chegamos na oficina do Leori
depois das 6:00 hs, com 85 Km
pedalados. Foi um pedal puxado, mas chegamos muito animados e ficamos
conversando na oficina até
as 8:00 hs da noite.
joao faria
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