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Tour
da Cantareira - 02/11/2003 |
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Um pedal clássico com 45 quilômetros de distância com
diversas trilhas, single-tracks, subidas fortes, de tudo para um
ótimo MTB.
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Por
Gilberto Moraes :
Salve!
Com alguns atrasos, fomos aos poucos nos reunindo no Bar da PEdrão para iniciar esta jornada.
Um pouco antes mesmo, paro no posto do Mc Donalds da Maria Amália Lopes para encher o pneu da bike e eis que para um Civic meio conhecido do lado e pronto: saem Jaider, Marcão e o Tange.
Seguimos então em comboio até o ponto de encontro determinado.
Chegada e cumprimentos, iniciamos o trabalho de montagem das bikes.
A "elite do Iron Biker" (Jaider, Marcão, Tange e o Bruno) saem na frente sem nenhum constrangimento e deixa a "ralé" para trás sem ser vista pelo caminho.
Nós, os pobres mortais fomos em seguida com os rádios ajustados e iniciamos o TORTOUR da Cantareira com direito a frio e uma chuva fina que ora apertava ora dava uma trégua.
Era prenúncio do que estava por vir. No começo, uma estrada de terra batida com muitas subidas mas sem maiores problemas. AO chegar na junção com a estrada de asfalto que já dava numa entrada que logo tinha uma pirambeira, fiquei mais a frente e esperei o pessoal se reunir novamente.
Feito isso, inicio da escalada. Ao atingirmos o topo, vimos o quanto havia de neblina pela região, motivo peo qual que fez que eu não editasse as fotos para visualizar o cenário.
Aí começa a descida do primeiro single track que nem era tão técnico assim, mas em virtude da chuva o deixou meio ensaboado e dá-lhe capotes. O meu primeiro sem maiores consequências foi ali quase no final dele. AO terminá-lo uma descida num plano de paralelepídeos meio inclinado e bem liso com algum limo entre eles.
Terminado isso, partimos para mais uma série de subidas e um single track a frente, este já era
técnico e estava um sabão só. Logo no começo, mesmo controlando bem nos manetes, cai literalmente de boca no chão. Foi provavelmente o meu pior tombo, até pior que o que acarretou a fratura do meu dedo indicador no Caminho da Fé.
E aí segurei um pouco mais para chegar ao menos no final sem maiores consequências.
Entramos numa porteira e começamos a encarar outro single que tinha muito galho de árvore e devastação pela região, veja nas fotos e a chuva começava novamente a apertar.
Findo isso, iniciamos a volta numa estrada de terra batida muito gostosa com bom desenrolar de velocidade até chegarmos na estrada asfaltada que dá acesso novamente a primeira trilha que fizemos para fazer o sentido de volta e aí o que era subidas virou descidas muito boas e assim chegamos ao Pedrão lá pelas 16hs.
O Bruno já estava lá umas 2 horas segundo ele esperando o pessoal e não vi mais o resto da elite do Honda Civic.
E assim marcamos o domingo com um pedal muito legal e sem cansaço, ainda estava inteiro. Há gente que não gosta, muitos, mas eu prefiro o clima assim para pedalar, frio e garoa ou chuva fraca ajudam a evitar o desgaste.
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